quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A cura

Tome cinco copos de tempo
e
espere um pouco d'água


Aprendendo e vivendo
Vivendo e vendo

Vendo esta ideia

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Por Favor, Sucesso!

A caneta disse ao papel que diz que diz que resolvi me arriscar sobre tudo mortal e sobre tudo que é de longe. A rústica. A Amarga sensação do que é querer estar aí ou lá. Contigo. Passo a passo não quero a liberdade, não quero me ver livre daquilo que chamam de qualquer bobagem. Um dia você vai entender. Estender no preto e no branco. No vermelho caminha a razão e como ponto de partida, a “desestremidade”. Ó, esse escambo maligno dos demais carnavais, chega a ser benigno ao lado de dois. Do par. Do cê. Do seu achar. Adiantando uma hora à diminuta penca de segundos. A reciprocidade relativa gera um mero (?) fruto sem semente. As duas cabeças quase chegam a ser sete, embora retomem ao primeiro par de um a nove. Vou lhe dizer que não sou fraco. Eu amo você e isso basta! Me fale!Me ame!Me escreva! Do seu!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sexta linha de baixo para o topo - Nota

Compartilhar não seria bacana. Uma pessoa só, numa pessoa só, tudo ao mesmo tempo agora?! Não, não e não! Vou padecer pelo mistério, ô!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Yuri Vasselai Experience

Decidi não me entregar. Agora sim, sei a questão do amor em tiras. Não são como quadrinhos coloridos. Nem de perto. Ele tem apenas uma cor. Não, não é o vermelho! A cor de captar no ar o peso d’um sentimento agudo em vestimentas longas e sandálias cor de pele, cuja pele torta, torra o pensamento profundo. Piegas ou piadas? As ninharias de quem não terei de conviver ao longo da vida, me conforta. Confronto! Na distância é normal. Queira não tornar-se de praxe, por favor, senhor! Faça parar!
Por linhas tortas escreve quem tem um bloco de notas em espiral nada pautado, não alguém superior em um andar nada finito. Que maluquice, terráqueos! (des) Escreveria certo, se já não (des) escrevo, a sensação da distante folga que pega no meu pé de hora em horinha. Compartilhar seria bacana. É bacana! Mãs como você diz: - Até umas hora -. Acho que depois disso, olho pro canto e tiro do canto do olho um cílio que já havia me incomodado antes. Saia! Mesmo tentando, nada de ir para o mundo. Levado! Acaba que levo comigo pr’outro olho. Não é um vício. É um ciclo que tende a parar quando você o levar pra passear!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Cinco com 2 e 22h44

Lembro dos dias em que saia de lá e das ruas que repetiam o trajeto até minha morada. As curvas que poucas vezes tomava cuidado, guiado por melódicos sons astrais. Saia tarde, beirando os raios de sol que saiam de trás das montanhas cor de terra puxando para o ciano e o amarelo. Os 11 andares não seriam nada para o pique que tenho em chegar até lá onde já sinto saudade. Já não sei se voltarei se agora tenho três. O passado foi deixado para os fracos e de costas para nós. Desde a sua partida não encontrei motivo para me desviar de seus braços envoltos nos meus, que vestiam um xadrez clássico de dois bolsos. Nem faz sete dias e já me encontro naquele estado. Viva Paixão carregada de saudade que logo logo será saciada.