Decidi não me entregar. Agora sim, sei a questão do amor em tiras. Não são como quadrinhos coloridos. Nem de perto. Ele tem apenas uma cor. Não, não é o vermelho! A cor de captar no ar o peso d’um sentimento agudo em vestimentas longas e sandálias cor de pele, cuja pele torta, torra o pensamento profundo. Piegas ou piadas? As ninharias de quem não terei de conviver ao longo da vida, me conforta. Confronto! Na distância é normal. Queira não tornar-se de praxe, por favor, senhor! Faça parar!
Por linhas tortas escreve quem tem um bloco de notas em espiral nada pautado, não alguém superior em um andar nada finito. Que maluquice, terráqueos! (des) Escreveria certo, se já não (des) escrevo, a sensação da distante folga que pega no meu pé de hora em horinha. Compartilhar seria bacana. É bacana! Mãs como você diz: -
Até umas hora -. Acho que depois disso, olho pro canto e tiro do canto do olho um cílio que já havia me incomodado antes. Saia! Mesmo tentando, nada de ir para o mundo. Levado! Acaba que levo comigo pr’outro olho. Não é um vício. É um ciclo que tende a parar quando você o levar pra passear!